🇵🇾 Paraguai assume protagonismo global com assinatura do acordo Mercosul–União Europeia em Assunção
Tratado histórico será assinado em 17 de janeiro e coloca o Paraguai no centro do novo mapa econômico internacional
No dia 17 de janeiro, em Assunção, o Paraguai deixará de ser apenas parte do cenário para ocupar o centro do palco internacional. Será assinado, na capital paraguaia, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, um dos maiores tratados comerciais da história contemporânea.
Não é detalhe.
Não é acaso.
É consequência.
Um acordo que muda o jogo
O tratado cria uma das maiores áreas de livre comércio do planeta, conectando:
um mercado europeu com cerca de 450 milhões de consumidores, alto poder aquisitivo e estabilidade institucional;
a um Mercosul com capacidade produtiva, abundância de recursos e espaço para expansão industrial.
Mas o ponto central não é o tamanho do acordo.
É quem está preparado para aproveitar.
O Paraguai fez a lição de casa
Enquanto outros países da região insistiram em:
burocracia excessiva;
insegurança jurídica;
populismo econômico;
aumento de impostos e instabilidade regulatória,
o Paraguai seguiu o caminho oposto:
estabilidade macroeconômica;
regras claras;
ambiente pró-negócios;
respeito ao capital produtivo.
Resultado?
Quando o mundo precisou de um porto seguro, o Paraguai estava pronto.
Assunção como símbolo de liderança regional
Sediar a assinatura do acordo não é um gesto protocolar.
É um recado claro ao mercado internacional:
➡️ O Paraguai é confiável.
➡️ O Paraguai é previsível.
➡️ O Paraguai sabe jogar o jogo global.
Na diplomacia econômica, quem sedia, lidera.
Investimento não tem ideologia, tem destino
Empresas europeias não buscam discursos. Buscam:
custo competitivo;
segurança jurídica;
energia barata;
previsibilidade tributária.
E encontram no Paraguai:
regimes como a maquila;
impostos baixos;
logística regional estratégica;
estabilidade política rara na América do Sul.
O capital não escolhe bandeira.
Escolhe eficiência.
Agroindústria: acesso ao mercado mais exigente do mundo
A União Europeia não compra promessa. Compra qualidade, escala e previsibilidade.
Com o acordo:
tarifas caem;
barreiras são reduzidas;
o produtor paraguaio ganha acesso a um mercado premium.
O Paraguai não entra para pedir licença.
Entra para competir — e competir bem.
Dentro do Mercosul, quem ganha é quem atrapalha menos
O acordo escancara uma verdade incômoda:
países menores, organizados e eficientes podem ganhar mais do que economias grandes e desordenadas.
O Paraguai tem menos ruído, menos entraves e mais foco.
E isso faz toda a diferença.
O dia 17 de janeiro marca um antes e um depois
A assinatura do acordo Mercosul–União Europeia em 17 de janeiro, em Assunção, inaugura um novo ciclo.
Não resolve tudo.
Não é mágica.
Mas abre portas que só se abrem para quem fez o dever de casa.
Conclusão
O Paraguai não virou protagonista por acaso.
Virou porque escolheu estabilidade quando outros escolheram improviso.
Escolheu previsibilidade quando outros escolheram populismo.
No mundo real, o capital recompensa quem respeita regras, trabalho e eficiência.
E, neste novo capítulo da economia global, o Paraguai entra pela porta da frente.
O jogo mudou.
E quem não se move agora vai assistir de fora.
O Paraguai já está no centro das decisões globais.
Quem entende isso se posiciona antes do resto.
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Quem age antes, escolhe melhor.



